Vacina em adultos garante maior qualidade de vida 24 abr 2017

O Programa Nacional de Imunização (PNI) do Ministério da Saúde, criado em 1973, disponibiliza mais de 300 milhões de doses de vacinas por ano para os estados e municípios visando à imunização de crianças, adolescentes, adultos e idosos.
A vacina serve para defender dos vírus e bactérias que provocam doenças. Hoje, o Brasil conta com técnicas modernas para produzi-las, atendendo a todo o processo de qualidade de produção exigido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). As vacinas podem ser produzidas a partir de organismos enfraquecidos, mortos ou alguns derivados, podendo ser aplicadas por meio de injeção ou por via oral.

Segundo o Ministério da Saúde, a falta de controle por meio da carteira de vacinação é um dos fatores que dificultam o cumprimento do calendário oficial dos mais velhos. Além disso, os adultos acabam dando atenção apenas a campanhas pontuais, como HPV ou gripe H1N1.
Os principais e mais frequentes efeitos colaterais das vacinas previstas para o idoso incluem dor, sensibilidade no local da picada da vacina, urticária, enduração no local da picada da vacina, febre, mal-estar e dores musculares. É bom lembrar que o idoso não deve tomar a vacina contra a febre amarela.
O clínico Paulo Ribeiro do Hospital Bom Jesus de Congonhas reforça que a vacinação protege a saúde do idoso, prolongando a vida das pessoas com mais de 60 anos. Ele alerta que as campanhas de conscientização são fundamentais para que o idoso não tenha medo da vacinação. “Há muitos mitos em torno da vacinação da pessoa idosa. Muitos acreditam que a vacinação não faz bem e que pode até matar”, esclarece Dr. Paulo.