Mônica se dedica a fazer a diferença na vida dos pacientes do HBJ 03 mar 2017

No Hospital Bom Jesus (HBJ), os pacientes e familiares se sentem acolhidos. O reconhecimento vem em forma de abraços, bilhetes, cartas e e-mails. E não são raros. Um deles é André Rodrigues, filho do paciente Dionísio Rodrigues da Silva. Em um e-mail, André agradece aos profissionais do hospital, em especial à assistente social, Mônica de Oliveira Gonçalves Costa. “Estou certo que a equipe do HBJ está sempre buscando superar as próprias qualidades e atribuições para que, cada vez mais, possa atender melhor o paciente e à sua família. Deixo aqui o meu muito obrigado. Gratidão à Sra. Mônica por todo o talento e gentileza”.
Mônica é a primeira assistente social a prestar serviços à instituição e é uma das responsáveis pelo índice de satisfação de quem é atendido no Bom Jesus. Isso porque no HBJ a prioridade é o cliente. A eles, a assistente social oferece atendimento, esclarece dúvida, orienta sobre direitos e questões administrativas, principalmente, aquelas que se referem às normas e às rotinas da instituição.
Um dos avanços na política de humanização do atendimento implantada pelo HBJ foi a inauguração da Brinquedoteca. Essa e outras iniciativas da equipe multidisciplinar levaram o usuário a estar mais próximo da equipe. E mais, as transferências dos pacientes e o agendamento de exames externos ganharam mais agilidade, assim como o relacionamento da instituição com os demais pontos de atenção à saúde no município.
Mônica se identifica com a missão do HBJ e revela: “o que me motiva diariamente é fazer a diferença na vida de cada paciente e de cada um de seus familiares”. Mônica, além de ser graduada em Serviço Social pela faculdade Centro de Ensino Superior de Conselheiro Lafaiete (CES-CL), é tecnóloga em Gestão de Pessoas.
Humanização – No HBJ, a contratação de uma profissional de Serviço Social vem atender ao projeto de humanização implantado pelo Instituto Laborare (IL) que, no ano passado, assumiu a gestão da instituição. “Com nosso trabalho, acolhemos a todos e assim atendemos ao nosso objetivo, que é a satisfação do paciente e de seus familiares”, assegura Mônica.
Além do acolhimento, faz parte do projeto de humanização do HBJ oferecer atendimento, esclarecer dúvidas, além de orientar sobre direitos e questões administrativas que se referem, principalmente, às normas e às rotinas da instituição. Outra atribuição do profissional de Assistência Social é a realização de um relatório social para a rede de apoio do município. O assistente social também se responsabiliza pelos encaminhamentos, agendamentos de exames externos, solicitação de ambulância e pela transferência hospitalar.
Fazendo a diferença – Em muitos casos, o processo de humanização do atendimento no HBJ não termina com a internação. Convivendo com as mais diversas histórias de vida, os profissionais que atuam no HBJ vão além. Muitos, como Mônica, realmente fazem a diferença na vida de pacientes como C.A.S, que chegou ao hospital desidratado, com quadro de alcoolismo e de pneumonia. Estava muito confuso, mas insistia que queria “mudar de vida e fazer tudo diferente”.
Depois de 15 dias internado, C.A.S recebeu alta e, graças ao trabalho realizado pelo Serviço Social do HBJ, um filho e um sobrinho foram localizados. Infelizmente, ambos se recusaram a acolhê-lo. Com o apoio da instituição e do assistente social do município, o paciente foi acolhido em uma casa de apoio de Congonhas, onde está passando por um processo de reabilitação. “Como colaboradora do Hospital Bom Jesus, estou que o Serviço Social é mesmo a profissão com a qual me identifico. Descobri uma paixão”, comemora Mônica.