CCIH do Bom Jesus oferece ambiente seguro ao paciente 01 mar 2017

Você também fica alarmado ao saber que os cientistas descobriram mais uma superbactéria ou que algum hospital tem alas interditadas devido a existência delas? Pois, então. No Hospital Bom Jesus de Congonhas (HBJ), você está seguro. Nessa instituição, a Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH) funciona muito bem e uma das responsáveis pela excelência do cuidado é a enfermeira Luana Miranda da Silveira.
Formada pela Faculdade Santa Rita (FASAR), Luana titulou-se como especialista em Formação Pedagógica para profissionais da Saúde pela UFMG. E desde que se graduou procura seguir à risca a afirmação da enfermeira Florence Nightingale, referência para todo profissional dessa área: “a enfermagem é arte de cuidar, de humanizar, de dar assistência e de se colocar no lugar do paciente, além de dar todo o apoio e suporte no tratamento e prevenção de complicações””.
Luana leva esse conceito no dia a dia da profissão e como colaboradora do HBJ ela se empenha em oferecer um trabalho humanizado e qualificado, atendendo às necessidades da saúde do usuário e, ao mesmo tempo, oferecer-lhe um ambiente seguro e acolhedor. Na presidência da CCIH, Luana desenvolve estratégias visando a prevenção e o controle da infecção hospitalar, buscando, com isso, uma melhoria na qualidade da saúde do cliente.
CCIH – A CCIH foi criada em 1970. É um órgão de assessoria à autoridade máxima da instituição e de execução das ações de controle de infecção hospitalar. É extremamente importante para o cidadão, pois desenvolve um conjunto de ações que visam a redução máxima possível da incidência e da gravidade das infecções hospitalares.
Além da presidente Luana, também são membros da CCIH do Hospital Bom Jesus: as enfermeiras Rafaela Ramalho e Lívia Brandão; a farmacêutica Ana Paula Silveira, a nutricionista Cláudia Melo, Rodrigo Carvalho e o Gerente de Hotelaria Neandro Aarão. A direção técnica é do Dr. Luís Ricardo Caldeira Albanese e o médico representante da CCIH é o Dr. Bernardo Augusto Martins. Todos acreditam que a eficiência da CCIH tem a ver com o trabalho multidisciplinar que é feito.
Mensalmente, os membros se reúnem com alguns convidados e realizam uma análise criteriosa dos dados estatísticos do cenário hospitalar, usando para isso a “Metodologia de Coleta de Dados: Vigilância global”. Ao mesmo tempo discutem os tópicos traçados e as pendências em destaque.
Entregas – Luana destaca que os últimos meses foram extremamente importantes para a CCIH. Foram muitas as entregas. Como exemplo, ela cita a elaboração de uma cartilha com as normas e rotinas da instituição, além da implementação normativa para a entrega do enxoval hospitalar devidamente embalado. Foram instituídos também o check-list de Limpeza Hospitalar, além da Ficha de Controle de Antibióticos e dos protocolos básicos do Ministério da Saúde, esse último, em conjunto com a Comissão de Segurança do Paciente.
Além disso, estabeleceram o uso racional de antimicrobianos, capacitaram o quadro de profissionais da instituição com treinamentos e adequaram, implementaram e supervisionaram as normas e rotinas técnico-operacionais, visando à prevenção e controle das infecções hospitalares.
A Brinquedoteca inaugurada recentemente no HBJ também teve a participação da CCIH. “Empenhamo-nos, diariamente, para fazer cumprir o nosso compromisso de prestar um serviço de confiança e de qualidade aos colaboradores e, principalmente, a todos os usuários do HBJ”, assegura Luana.